Eixão Agro, na Asa Norte, aproxima produtores rurais e brasilienses

Publicado em 11/06/2018 por Correio Braziliense

Por oito horas, ao longo do ensolarado domingo, a área do Eixão Norte (à altura das quadras 8 e 9) aproximou a convivência de consumidores e produtores do campo, com a realização do Eixão Agro, em nova edição, depois do êxito em 2017. “Quisemos trazer o ambiente rural para o urbano e, junto, uma amostra do cinturão verde da região que conjuga qualidade e produtividade e que integra 29 mil propriedades rurais. A iniciativa é uma verdadeira vitrine: o enfoque não é apenas comercializar produtos”, reforça Fernando Ribeiro, presidente da Fape, a Federação da Agricultura e Pecuária do DF, uma das entidades que trouxe cerca de 50 expositores capazes de representar o agronegócio local, responsável pela circulação de R$ 2,5 bilhões anuais. Conceitos de sustentabilidade, regionalidade e a consciência da alimentação saudável impulsionaram muitas das 12 mil pessoas estimadas de tomarem parte do evento.

“Deveria ter todo o fim de semana. Acho que a população fica, ilhada, isolada no centro da cidade, dependente de um comércio fechado. Há diferença em relação às vendas, nos comércios locais. Aqui se vê produtos de melhor qualidade, numa justa proporcionalidade, em termos de preço”, opinou o engenheiro Gilberto Franzoni, 50 anos. Banana, mamão, ovos, verduras, mexerica estavam nas encomendas de Gilberto e da mulher dele, a empresária Tânia de Almeida, 50 anos, ambos moradores da 209 Norte. “Nosso três filhos comem o que a gente põe na mesa — mas a gente não é radical: refrigerante é o que não entra lá em casa”, disse Tânia. Apontando para uma reconhecida rede de fast food, Gilberto comemorou: “Aqui está cheio, enquanto o capeta da alimentação ficou vazio”.

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