Um guia para aproveitar o melhor de Angra e Paraty

Publicado em 08/11/2018 por O Globo

Em Paraty, passear pelo centro é volta ao passado

Charrete no centro histórico - Uanderson Fernandes / Agência O Globo

Andar pelas ruas do centro histórico de Paraty é mergulhar no passado. Há maneiras e maneiras de se fazer essa viagem no tempo. Você pode simplesmente contemplar e dar asas à imaginação ou partir para uma espécie de caça ao tesouro, buscando aqui e ali pedacinhos da nossa História, da nossa cultura e da nossa sabedoria popular. Exemplos não faltam. Conhece a expressão "sem eira, nem beira"? Pois bem, basta olhar para o alto dos casarões e contar quantas camadas de telhas eles têm. A primeira chama-se eira, a segunda é a beira. As residências mais suntuosas possuíam até a tribeira. Ou seja, a condição social de uma família era definida pelo modelo de telhado.

- Caminhar sem pressa pelas ruas de Paraty é uma delícia - diz o guia Gabriel Toledo, um craque na história da cidade. - Mas quando você começa a perceber os detalhes fica realmente encantado.

Detalhes como os abacaxis que enfeitam algumas fachadas. A fruta, em séculos passados, já foi símbolo de ostentação, já que sua coroa e a cor dourada remetiam à nobreza. A partir dos anos 1800, a cara da riqueza se traduzia em sacadas de ferro. No Brasil Colônia, os habitantes não podiam trabalhar com metais. Algumas décadas depois, os mais abastados espelhavam suas riquezas nas janelas com vitrais importados da Europa. Só que não importava o volume de ouro que estivesse em seu cofre: prédio algum podia ser mais alto do que a Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios.

A própria igreja esconde outro segredinho: a influência da maçonaria no desenvolvimento local. A fachada tem três galhos, cada qual com 11 folhas, totalizando 33. O três é um número chave para os maçons, bem como os triângulos, que também decoram muitas fachadas em Paraty. O Olho da Providência, conhecido como "olho que tudo vʔ, aparece estilizado em muitos casarões. Divirta-se procurando esses símbolos. Quer uma pista? Observe as casas de esquina. Em muitos quarteirões, três possuem bases de pedra e outra não, formando, mais uma vez, um triângulo.

Sabores da terra

É muita história. Então, aceite uma sugestão: contrate um guia. Ele pode explicar por que a Santa Casa é o único prédio histórico do outro lado do Rio Perequê Açu (para isolar os doentes) ou por que a Ilha da Bexiga virou depósito de doentes de varíola, formando uma barreira sanitária para evitar que a moléstia fizesse muitas vítimas na cidade.

Com ajuda especializada, você também vai descobrir que o centro histórico tem outras três igrejas, uma das quais, a de Nossa Senhora das Dores, de uso exclusivo das mulheres. Os escravos que eram libertados frequentavam a missa na Igreja de Santa Rita e os cativos só podiam entrar na Igreja de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário.

Pousada Literária de Paraty - Uanderson Fernandes / Agência O Globo

Talvez, conhecer o passado de Paraty pareça pouco. Então, hospede-se em uma das pousadas do centro histórico e viva um pouco a experiência de voltar no tempo. Na Pousada Literária, os tetos das suítes são trançados em fibra de bananeira, e a maioria das peças de artesanato é de artistas locais. O estilo caiçara foi respeitado, mas ganhou um toque de sofisticação. O hotel tem uma sala de leitura com vista para o jardim e a piscina.

Pelos restaurantes, também é possível conhecer o célebre peixe com banana da terra, outra herança caiçara, mas repaginado em diversas versões. Valorizar a cultura e os produtos locais está na moda na cidade, e mesmo os chefs estrangeiros que comandam cozinhas em Paraty não abrem mão de trabalhar com os frutos do mar fresquinhos que os pescadores trazem. No Quintal das Letras, o esquema é farm to table: legumes, verduras, frutas e laticínios em geral vêm diretamente da Fazenda Bananal para a mesa do cliente.

Barcos levam a vilarejos com mar cristalino

Praia de Paraty Mirim - Uanderson Fernandes / Agência O Globo

Pela terceira vez, Paraty está na disputa pelo título de Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade, concedido pela Unesco. Culturalmente, os motivos estão bem claros. Mas a categoria "patrimônio natural" se descortina antes mesmo da chegada à cidade, às margens da Rodovia Rio-Santos. A cada curva surge uma nova paisagem deslumbrante, em praias como Tarituba ou São Gonçalo, de onde se atravessa de barco para a Ilha do Pelado.

- A ilha é um paraíso para crianças. O mar, calmo e transparente, atrai muitos peixes e tartarugas. Dá até para ver botos - diz Carla Pessanha, funcionária do Raiz Caiçara, restaurante de comida típica na ilha.

Tem história, natureza, praias e festivais, como a Flip, que, nos meses de julho, transforma a cidade na capital mundial da literatura. Com ou sem título, Paraty é mesmo um patrimônio, onde até o cinema, recém-inaugurado, respira um passado de glória. O Cinema da Praça, com 80 lugares, ocupa um sobrado do século XIX e, entre 1930 e 1983, abrigou o Cine São Jorge. O pé-direito alto e as paredes construídas com pedras coladas com óleo de baleia foram preservadas na sala de projeção. Um episódio que renderia um bom filme, na cidade que serviu de cenário para "Como era gostoso o meu francês", "O beijo da Mulher Aranha", "A floresta das esmeraldas" e "Gabriela", entre outras obras.

O litoral de Paraty guarda segredos, muitos dos quais só se vislumbram navegando pela região. Mas também há lugares interessantes e de acesso mais fácil, como Paraty Mirim. O vilarejo, que abriga uma aldeia guarani, é ligado à Rio-Santos por uma estradinha de mão única, com dez quilômetros: sete de asfalto e três de terra, que, quando chove muito, ficam enlameados e cheios de buracos. Mas não abra mão de conhecer o lugar, em que a Igreja de Nossa Senhora da Conceição enfeita a praia de águas cristalinas e areia branquinha. Uma opção é sair de Paraty de lancha. O trajeto dura cerca de meia hora e custa R$ 400, ida e volta, para quatro pessoas.

- Daqui, a gente estica ao Saco do Mamanguá, com parada para banho na Praia do Cruzeiro - propõe o barqueiro Luiz Francisco, há 20 anos trabalhando com turismo.

Outra área que começa a despontar para o turismo é a Praia de Jabaquara. De 19 de novembro a 2 de dezembro, acontece lá o Gastrô Mix 2018, festival de cultura e culinária com 30 participantes. O evento, promovido pelo Instituto de Ação Social Árvore da Vida, procura apoiar agricultores familiares.

- Estamos pleiteando a criação do Pólo Gastronômico e de Turismo Sustentável de Jabaquara, já que nossos atrativos são bem diferentes dos do centro histórico. Temos manguezais muito bem preservados, uma praia belíssima, área para canoagem e ciclovia - conta a chef Silvia Gadelha, do Brisa Vegana Juice Bar e uma das organizadoras do Gastrô Mix.

Se quiser conhecer Paraty ainda mais a fundo, visite o Quilombo do Campinho da Independência. O tour dura cerca de quatro horas e inclui conhecer as casas das famílias, a agrofloresta e o artesanato, além de participar da contação de histórias e de assistir a apresentações de danças típicas. Se possível, marque no horário da feijoada. É divina.

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Fazenda oferece belo encontro com pássaros

Fazenda Bananal - Uanderson Fernandes / Agência O Globo

A Fazenda Bananal é uma atração única em Paraty. Não apenas pela beleza da região ou pelo capricho nos detalhes. O conjunto da obra permite a visitantes de todas as idades viverem uma experiência bem diferente, em especial para quem mora nos grandes centros urbanos. Basta se sentar em frente ao jardim dos beija-flores para entender o que aquele cantinho da Serra do Mar tem de tão especial. Atraídos por flores de cores e aromas diferentes, eles chegam aos poucos e, em minutos, fazem um balé de deixar adultos e crianças hipnotizados.

Pois é, chama-se Passarinhar a atividade que vem trazendo turistas do mundo todo para a Fazenda Bananal. Pelo menos uma vez por mês, ornitólogos caminham por algumas das trilhas espalhadas por 180 hectares em busca das aves que habitam a região. Mais de 170 espécies voam pela Mata Atlântica, entre corujas, sabiás, socós, picapaus, tico-ticos e, lógico, beija-flores. Com um pouco de sorte, avista-se até o raríssimo formigueiro-de-cabeça-negra, que só vive na região entre o mar e a montanha de Paraty e Angra dos Reis. Para facilitar a vida dos observadores, os ornitólogos carregam uma caixa de som especial, que reproduz o som dos pássaros. E o programa também inclui recolher aves, medi-las, pesá-las e devolvê-las à natureza.

A fazenda tem 70% da área de Mata Atlântica preservada, que inclui uma agrofloresta para a produção de 60 variedades de alimentos, como frutos, legumes, raízes e palmitos. O que sai dali abastece tanto o restaurante da fazenda quanto o Quintal das Artes, no centro de Paraty, num sistema de farm to table: produtos da fazenda diretamente no prato do consumidor. O mesmo vale para a queijaria, onde o leite das 12 vacas e 12 cabras vira iogurte, manteiga e diferentes tipos de queijos. Agora, o que as crianças curtem mesmo é dar mamadeira aos cabritinhos.

- Tudo aqui é planejado para que o conceito de sustentabilidade seja visto de forma prática, como em uma aula de preservação ambiental a céu aberto - diz a agrônoma Laís Castro, coordenadora de conteúdo da Fazenda Bananal.

Lições de sustentabilidade que abrangem também a história da região. A fazenda foi construída no século XVII e atravessou os ciclos do ouro, da cana-de-açúcar e do café. O casarão, tombado e restaurado, tem ainda a roda d'água que abastecia o engenho de açúcar. No telhado, muitas vigas são originais, de palmeira de palmito. Os pilares de pedra que sustentam a construção também sobreviveram à passagem do tempo e ajudam a compor o belo conjunto arquitetônico da sede.

Angra, a capital brasileira dos navegadores

Ilha da Gipóia e a Igreja de Nossa Senhora da Piedade - Uanderson Fernandes / Agência O Globo

As 365 ilhas fizeram a fama de Angra dos Reis, a tal ponto que, hoje, segundo um levantamento da Marinha, um em cada três barcos de lazer do país está no arquipélago. E fica impossível contar quantos mais chegam para a temporada de verão. Mas o litoral do município também tem os seus encantos que, não raras vezes, passam despercebidos pelos visitantes que só pensam em navegar. A Praia Brava, por exemplo, no caminho para Paraty, fica no condomínio em que moram os funcionários de Angra 1, mas o acesso é liberado na portaria, mediante apresentação de documentos. Vale a pena se aventurar por esse paraíso escondido, que reúne muitos surfistas: ao contrário da maioria das praias da região, a Brava tem altas ondas. Já a Praia das Pedras e a Praia Vermelha são pouquíssimo frequentadas, não têm muita infraestrutura, mas oferecem espaço de sobra e ótimas condições para ver peixinhos sem grandes atropelos.

Agora, nem cogite visitar a cidade e dispensar o passeio pelas ilhas. O tour mais conhecido, batizado como Super Ilhas Paradisíacas, leva os turistas para Ilha de Cataguazes, Ilhas Botinas, Ilha da Gipoia, Praia das Flechas, Praia da Fazenda e Praia da Piedade, com duas paradas para banhos e a oportunidade de fazer fotos da Igreja de Nossa Senhora da Piedade e da Igreja de Nosso Senhor do Bonfim.

Nos dias de sol, as águas das Ilhas Botinas exibem um azul turquesa tão transparente que dá para ver o fundo do mar. Mesmo que você não saiba nadar, pegue um colete ou boia e pule na água. Cardumes de peixes coloridos também adoram passear por esse trecho do litoral e não há palavras para descrever a sensação de bancar a sereia ou o príncipe submarino.

Se você busca badalação, a Praia do Dentista é "o" ponto de encontro da juventude bronzeada. Nos fins de semana, rola até engarrafamento de lanchas e iates. Quem quer sossego toma outro caminho.

- A Ilha de Cataguases fica mais vazia e é a mais bonita - atesta o barqueiro Leandro Esteves, com a propriedade de quem nasceu e foi criado na região e que, hoje, faz passeios turísticos pela região.

Na hora que o mar cansar - pode acontecer, admita -, a cidade ainda tem muitas atrações. O Angra Convention & Visitors Bureau (ACVB) vem se empenhando em criar um calendário que permita, pelo menos uma vez por mês, a realização de um evento combinando música e gastronomia. O ACVB também criou corredores turísticos na região e está implantando uma série de trilhas, de níveis diferentes. Com apoio do Sebrae, promoveu cursos para o trade turístico criar novos produtos. Um deles já entra em ação agora na alta temporada, o passeio noturno de barco.

- Os passageiros navegam pela baía, que é protegida, e, portanto, sem muito balanço. Ouvem música, veem estrelas e, depois, jantam. Mais romântico, impossível - explica o presidente do ACVB, Ulisses Covas.

Em outra frente, a entidade trabalha para incentivar restaurantes e hotéis a valorizar os pratos e produtos típicos da região. Foi assim que o Samburá, uma tradição gastronômica do município, que completa 30 anos em 2019, começou a pesquisar novidades para seu cardápio. Novidades que significam uma volta no tempo, já que os primeiros donos eram de origem caiçara. Hoje, os turistas se deliciam com especialidades by Angra, como o espaguete de pupunha com camarões e vieiras, a moqueca de banana da terra ou o doce de casca de maracujá.

- O peixe com banana da terra é um símbolo da culinária caiçara. São dois produtos abundantes na região. Queremos que o turista tenha a experiência de conhecer o verdadeiro sabor de Angra - diz o chef Fábio Ferreira, dono do Samburá.

Verão embalado a cerveja e happy hour

A Praia do Bonfim - Uanderson Fernandes / Agência O Globo

Acervejaria Mistura Clássica completa 15 anos com uma novidade: a série de Beer Tours, roteiros que permitem ao visitante conhecer todas as etapas da produção e ainda degustar cervejas. A fábrica já produziu mais de cem rótulos e seis milhões de litros. Aproveite para conhecer a técnica batizada de Mar e Guerra pelo mestre cervejeiro Marcos Guerra. Ele afunda barris no mar para maturar novos rótulos com a interferência da temperatura e da pressão do ambiente. Ou então o Projeto Nuclear, que mantém a cerveja em barris de madeira, com leveduras selvagens para uma segunda fermentação

E se você quer apenas em relaxar e curtir a festa, um destino pode ser o Hotel Mercure, antigo Golden Tulip. Com a nova bandeira, o estabelecimento abriu seu restaurante a não hóspedes e criou a atração que promete ser o sucesso do verão. Aos sábados, o happy hour tem DJ, drinques e petiscos especiais e, como convidado de gala, o pôr do sol. O público pode chegar por terra ou pelo oceano, atracando no deque do hotel.

-Queremos que seja uma atração da cidade para os turistas em geral e não apenas para os hóspedes - diz a gerente-geral, Priscila Machado.

SERVIÇO

PARATY

ONDE FICAR

Pousada Literária. Diárias a partir de R$ 1.170, no apartamento para casal. O café da manhã está incluído e é servido a qualquer hora do dia. O destaque fica para a decoração, com objetos do artesanato local e, lógico, muitos livros. Tem piscina e estacionamento, duas raridades no centro histórico. Rua Tenente Francisco Antônio 362, Centro. (024) 3371-1568. www. pousadaliteraria. com.br/pt-br

Pousada da Condessa. Um clássico para famílias, com quartos amplos, piscina, jardins e ótimo café da manhã. Diárias para casal, com café da manhã, a partir de R$ 580 na alta temporada. Fica a cinco minutos a pé do centro histórico. Avenida Otávio Gama 400, Caboré. 0800 039 2145. www.pousadada condessa.com.br

ONDE COMER

Gastromar. O restaurante da chef Gisela Schmitt tem um cardápio dedicado aos frutos do mar e aos produtos da região, num mix de rusticidade e sofisticação. Quinta-feira a domingo, das 13h às 23h. Marina Porto Imperial, BR-101, km 578,5. (24) 3372-1313. gastromar paraty.com

Sem Pressa. Outro empreendimento gastronômico de Gisela Schmitt, é um barco com capacidade para 18 pessoas e catering exclusivo, escolhido pelo cliente a partir da oferta de produtos da região. Os preços variam conforme o cardápio. 99793-0803.

Casa Coupê. Misto de boteco e restaurante, fica no centro histórico e oferece pratos variados, como o filé servido no pão italiano e a prancha de frutos do mar. Preços a partir de R$ 30. Segunda-feira a domingo, das 11h à meia-noite. Rua Marechal Santos Dias. (24) 3371-6008. www.casacoupe.com.br

Margarida Café. Uma instituição da cidade, ele foi destruído por um incêndio em abril, mas reabriu novinho em folha três meses depois. O cardápio é bem variado, com saladas, massas, frutos do mar. Preços a partir de R$ 30. Segunda-feira a domindo, das 12h à meia-noite. Praça do Chafariz. (24) 3371-2441. www.margaridacafe.com.br/restaurantesparaty.

Quintal das Letras. O restaurante da Pousada Literária, aberto também a não hóspedes, segue a linha farm to table, com produtos colhidos na Fazenda Bananal. Preços a partir de R$ 60. Segunda-feira a quinta-feira, das 12h às 23h. Sextas-feiras e sábados, das 12h à meia-noite. Aos domingos, das 12h às 23h. Rua Tenente Francisco Antônio 362. (24) 3371-2616.

O QUE FAZER

Fazenda Bananal. As atividades têm preços variados, a partir de R$ 25. Segunda-feira a domingo, das 9h às 18h. Estrada da Pedra 1.490, Pedra Branca. (24) 3371-0039. www.fazendabananal.com.br.

Birds Parati. A agência do guia Gabriel Toledo trabalha com passeios pelo centro histórico e com atividades ecológicas, como a observação de pássaros e as caminhadas à Pedra da Macela e à Cachoeira de Cunha. (024) 3371-1750 / (024) 99837-6396.

ANGRA

ONDE FICAR

Mercure.Diárias a partir de R$ 300 para casal, com café da manhã. O hotel terá festa de réveillon, aberta a não hóspedes, com ingressos a R$ 550 por pessoa. Estrada das Marinas 111, Praia do Jardim. (24) 3421-3421. www.accorhotels.com /pt-br/hotel-B210-mercure-rio-de-janeiro-angra-dos-reis-hotel/index.shtml

Angra Boutique Hotel. Diárias para casal a partir de R$ 600, na alta temporada, com café da manhã. BR-100, Km. 513,5. Tel.: (21) 4042-0793. www.angraboutiquehotel. com.br.

Pousada das Bromélias. Diárias para casal a partir de R$ 270, com café da manhã. Avenida Antônio Bertholdo da Silva Jordão, Biscaia. (24) 3361-7641. www.bromeliasangra.com.br.

ONDE COMER

Samburá. Entradas a partir de R$ 20 e pratos a partir de R$ 45. Todos os dias, das 11h30m às 23h30m. Praça Marechal Rondon 290, Parque das Palmeiras. (24) 3377-2730.

Light House Steak. A casa, recém-aberta no Shopping Piratas, tem deque com vista para o mar. No cardápio, destaque para os pratos de carne, alguns para dividir, com preços a partir de R$ 52. Estrada das Marinas 91, Praia do Jardim. (24) 3367-0975.

O QUE FAZER.

Angra Way. A agência oferece passeios de barco, com preços a partir de R$ 60. Rua do Comércio 314, Centro. Tel.: (24) 3365-0232. www.angraway.com.br.

Beer Tour. O roteiro custa R$ 30, com direito a três degustações. A cervejaria Mistura Clássica fica na Avenida Engenheiro Winston Maruca s/n, na Marina Verolme. Informações sobre horários: (24) 3361-2179 ou no site www.misturaclassica.com.br.

Passeio noturno de barco. Preços e horários: (24) 3361-7641.