Risco de morrer pode comprometer fiscalização na Amazônia

Publicado em 14/12/2018 por Rondônia ao Vivo

Fiscais do ICM-BIO e Ibama pedem mais rigor da lei no que diz respeito aos crimes ambientais. Os servidores dizem que somente com punições severas aos infratores poderá ser possível manter a preservação da Floresta Amazônica. Os fiscais alegam que há um grande número de reincidência nos crimes justamente pela impunidade que ocorre mesmo quando há flagrantes ou a identificação dos criminosos.
A situação divulgada ontem com exclusividade pelo Rondoniaovivo onde fiscais do ICM-BIO e do Ibama ficaram isolados e cercados  em uma base do Instituto Chico Mendes na região de Machadinho do Oeste, na região de Ariquemes, revela o ambiente hostil vivido pelos servidores.
Madeireiros clandestinos destruíram a ponte sobre o rio Miriti, próximo a linha C45, na Floresta Nacional de Jacundá, em protesto pelo trabalho de fiscalização. No fim da tarde desta quarta-feira (12) outras equipes de fiscais encontraram os colegas em situação de desespero por conta da possibilidade de enfrentamento com pistoleiros que andam agindo na região.