Agropalma participa, em Bruxelas, da EUROPEAN PALM OIL CONFERENCE 2017

Publicado em 05/12/2017 por Agência

 

A European Palm Oil Alliance (EPOA) é uma iniciativa comercial para envolver e educar interessados sobre a história do óleo de palma. A EPOA, que colabora com os países europeus, disseminando a comunicação científica e criando uma visão equilibrada dos aspectos nutricionais e de sustentabilidade do óleo de palma, é forte defensora da produção de óleo de palma 100% sustentável.

 

O evento, que teve como empresa convidada a paraense Agropalma, teve sua abertura realizada por Alberto Cirio, membro do Parlamento Europeu, da Comissão do Meio Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar, relator da resolução do Parlamento Europeu sobre o óleo de palma e o desmatamento das florestas tropicais.

 

No segmento sobre “Compromissos e progressos no óleo de palma sustentável nos países produtores”, estiveram presentes nações que buscam a excelência na produção do óleo de palma em harmonia com o meio ambiente.


 

Marcello Brito, CEO da Agropalma, empresa paraense com a melhor pontuação mundial, segundo o relatório da Forest Heroes, apresentou ao público o case da empresa, desenvolvendo o tema "Assumir a responsabilidade na sustentabilidade", demonstrando o desenvolvimento e progresso da empresa na América Latina.



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Marcello Brito demonstra a evolução e o progresso do óleo de palma na América Latina.


 

Sobre a produção brasileira do óleo de palma, Brito destacou que o desenvolvimento de nossa cultura da palma não está mais vinculado ao desmatamento, sendo que 88% da produção nacional se encontra no Pará, estado sede da empresa.


Marcello disse durante a Conferência sobre a opção, o caminho escolhido pela Agropalma, que transformou a empresa em modelo de desenvolvimento sustentável e de responsabilidade socioambiental: “Nós nos preocupamos com o planeta, temos 64.000 ha de área protegida, florestas privadas, ou seja 1,6 ha de florestas para cada 1.0 ha de palmeiras; nos preocupamos com a proteção das matas ciliares e pelo sequestro de carbono, foram 158 mil toneladas sequestradas da atmosfera em 2016. Nós nos preocupamos com as pessoas, onde os trabalhadores pagam R$ 10,00 por mês por 3 refeições diárias em espaços apropriados de alimentação e realizam ginástica laboral, mantendo sala de ginástica, judô, balé, pilates e lições de natação para trabalhadores e seus parentes.”


Seguiu em sua apresentação relatando que a empresa mantém escola com 700 estudantes, onde todas as salas de aula possuem ar-condicionado, com educação gratuita e apoio ao desenvolvimento dos estudos. A empresa cuida da saúde de seus colaboradores mantendo centro de atendimento com fisioterapia, fonoaudiologia, patologia clínica e farmácia subsidiada.


“Completamos 10 anos de parceria de nosso programa de pesquisa e monitoramento em biodiversidade na conservação da fauna, com quase 500 espécies de aves, mais de 60 espécies de mamíferos grandes e médios, além dezenas de répteis e anfíbios.”


Marcello Brito concluiu dizendo aos presentes: “Não há óleo de palma bom ou ruim, sustentável ou insustentável. O que temos é uma boa ou má gestão, um comportamento bom ou ruim, investidores bons e ruins. Por quê criminalizar o produto? Você faz parte do grupo de pessoas que criam novos paradigmas e contribuem para boas práticas de desenvolvimento? Ou de um grupo daqueles que simplesmente gostam de acusar, boicotar, destruir? Você deve escolher o seu lado. Nós escolhemos o nosso!”