Projetos selecionados pelo Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados 2019/2020 são anunciados

Publicado em 09/08/2019 por Assessoria de Comunicação

Seleção também traz iniciativas que vão ocupar o Lab Oi Futuro, laboratório de experimentação artística e inovação do instituto

A Oi anunciou nesta quarta-feira, 7 de agosto, o resultado da 16ª edição do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que reafirma o compromisso da companhia com a cultura brasileira.  Este ano, foram selecionados 48 projetos de oito estados (RJ, SP, DF, BA, CE, PA, RN e RS), que receberão apoio para realização em todas as regiões do Brasil ou para compor a programação do Centro Cultural Oi Futuro e de outros espaços do instituto de inovação e criatividade da Oi, como o Museu das Telecomunicações e o Lab Oi Futuro.  O Pará foi contemplado com os projetos Festival Mana – 2ª. Edição, Festival Amazônia Mapping – 5ª. Edição e Seletivas e Festival Se Rasgum 2019. A lista completa dos selecionados está no site do Oi Futuro (www.oifuturo.org.br).
Desde 2003, o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, gerenciado pelo instituto Oi Futuro, já apoiou mais de 2.500 projetos culturais de diversas naturezas, que atraíram milhões de pessoas de todo o país. Nesses 16 anos de atuação, o Oi Futuro se tornou espaço onde as muitas formas de arte convergem e as tecnologias do nosso tempo são um campo infinito para experimentação e investigação artística. “A Oi acredita na arte como ponto de partida para o desenvolvimento de novos processos e inovação, por isso nos orgulhamos de ser uma das maiores patrocinadoras privadas da cultura brasileira”, diz Roberto Guimarães, gerente executivo do Oi Futuro.
Projetos selecionados nos estados
A seleção nacional traz novas propostas que combinam arte e tecnologia, como a primeira edição do FestAR – Festival de Realidade Aumentada (SP), o Festival Internacional de Criatividade PIXEL SHOW (SP), o festival Zona Mundi - Circuito Eletrônico de Som e Imagem (BA), Anima Ceará - Festival Nordestino de Animação, Game e Web (CE),  a plataforma criativa Som sem Plugs (RN), o 6° Festival Kino Beat - Arte em Movimento (RS)  e o festival Umbuzada + Q Sonora (BA), que vai promover shows, espetáculos multimídia e mostra audiovisual de produções nordestinas.
A seleção nacional também traz como marca a diversidade, que está no DNA de projetos como o Festival Mana - Edição Belém (PA), focado na produção artística feminina; a nova temporada da websérie “Punho Negro, a super-heroína baiana” (BA) e o festival Plural - Música e Diversidade (DF). Também foram contemplados nessa linha de apoio o Festival Se Rasgum (PA), Festival Amazônia Mapping (PA), Festival DoSol e Incubadora (RN), Semana Internacional de Música de São Paulo (SP), Favela Sounds 2019 - Festival Internacional de Cultura de Periferia (DF), Feira da Musica (CE), Vamos ao Cinema! (DF), programa de formação de plateias, e o festival pernambucano Rec-Beat SP, que depois de 25 anos de sucesso em Recife ganhará sua primeira edição em São Paulo. 
Programação do centro cultural
Para a programação do Centro Cultural Oi Futuro 2019/2020, foram selecionados projetos originais de artes visuais, digitais e integradas para ocupar as galerias e um conjunto de espetáculos inéditos, para adultos e crianças, a serem apresentados no teatro. Entre os selecionados estão a exposição “UNA(S)+”, que reúne artistas latino-americanas; mostra retrospectiva de Diana Domingues, pioneira da arte digital no Brasil; a individual “Periscópio indisciplinado”, do artista plástico Andre Severo, com curadoria de Paulo Herkenhoff; “Poesia Visual e Digital” e “Arte Pública”. 
No teatro, o Oi Futuro anuncia para 2019/2020 os espetáculos “Sem palavras”, dirigido por Marcio Abreu, com colaboração de artistas como Renata Sorrah e Grace Passô; “A perna”, comédia escrita por Manuela Dias, com Deborah Bloch no elenco; “Guerra em Iperoig”, releitura de conflitos dos primórdios da História do Brasil, produzido por Camila Pitanga; “Deserto 2666 – O Último Bolaño”, adaptação da obra de Roberto Bolaño com direção de Luiz Felipe Reis; “Meu filho apenas caminha um pouco mais lento”, dirigido por Rodrigo Portella; “Julius Caesar”, adaptação de William Shakespeare que marca os 30 anos da Cia dos Atores; “O Som e a Fúria – Um Estudo sobre o Trágico”; “Bu!”, que combina instalação e performance para falar de sexualidade feminina a partir da ótica bem-humorada de uma boneca, entre outros. Também foram contemplados a 10ª edição do Tempo_Festival, o projeto “Segunda Black”, que reúne trabalhos de artistas negros em cena, e “Jantar Romântico – Encontro Binaural”, iniciativa de teatro participativo combinado com tecnologia. 
Reforçando seu propósito de formação de plateias, o Oi Futuro também preparou uma programação teatral inédita voltada para a família, incluindo os seguintes espetáculos: “Bem no meio”, de Karen Acioly; “Manoel – O menino que carregava água na peneira”, adaptação da obra de Manoel de Barros dirigida por Duda Maia; “Meus dois pais”, baseada na obra infanto-juvenil de Walcyr Carrasco; “A menina Akili e seu tambor falante”, musical sobre cultura africana, com direção musical de Tim Rescala; “Lupita”, que explora a cultura mexicana para falar da morte com bom humor, “Corcunda - Dueto para Ator e Catedral Gótica”, adaptação multimídia de “O corcunda de Notre Dame”, e “Meu pai é um homem pássaro”, baseado no livro homônimo e premiado do britânico David Almond. 
Para o Lab Oi Futuro, espaço inaugurado pelo instituto da Oi para a experimentação artística e a inovação, o edital selecionou os projetos: 9 º Festival Novas Frequências, principal evento de inovação musical na América do Sul; Corpas Sonoras, série de jam sessions de artistas LTQIs; AJO – Ritmos Contam Histórias, pesquisa musical de ritmos populares brasileiros; Semana PodSim, promovida pela primeira plataforma de podcasts produzidos por mulheres no Brasil; LabSonica Sounds & Talks, que terá bate-papos sobre o mercado da música; e o ciclo “Arte, Cidade, Patrimônio, Tecnologia”, que combinará mostra e seminário. Ainda há o projeto “Acessibilidade.Mov”, série de encontros e oficinas de dança e música para pessoas com deficiência apoiado pelo Museu das Telecomunicações.
Processo de seleção
O processo de seleção contou com uma comissão de avaliação independente, composta por especialistas de distintos campos do conhecimento e de origem regional diversa, e envolve também a participação de profissionais do Oi Futuro e da Oi. Através do programa, a Oi quer fomentar a produção artística inovadora, especialmente no campo da convergência entre arte, ciência e tecnologia, potencializando conexões que impulsionem novas ideias e experiências coletivas singulares. O programa também tem como objetivos promover oportunidades de colaboração, estimular a circulação da produção cultural brasileira por meios físicos e digitais e trabalhar acessibilidades para a ampliação de um público diverso e irrestrito.
Sobre o Oi Futuro
O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, funciona como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura, Inovação Social e Esporte. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade. Na Educação, o Oi Futuro investe em novas formas de aprender e ensinar com o NAVE, programa de inovação em educação que já formou mais de 2,5 mil jovens em 13 anos de atuação, com foco nas economias criativa e digital. Na Cultura, o instituto mantém o Centro Cultural Oi Futuro, que oferece uma programação que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia e também abriga o Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil e com um acervo de mais de 130 mil itens que contam a história do setor no Brasil. O Oi Futuro gerencia há 16 anos o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público.