Citados dizem que delator é criminoso e mentiroso

Publicado em 16/05/2018 por Folha de Londrina

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PEPE RICHA
"As suposições de Eduardo Lopes, baseadas em conversas com terceiros, faltam com a verdade, sendo apenas palavras infundadas e sem provas. Minha vida pública é pautada na transparência e no rigor técnico. Não tive contato e não recebi nenhum recurso financeiro deste senhor. Sua fala se apresenta como uma frágil ilação, com o propósito único de confundir as autoridades e a opinião pública", disse por nota o irmão de Beto Richa, Pepe, que foi seu secretário de Infraestrutura e Logística.

Marcello Richa
O filho do ex-governador Beto Richa também enviou nota à reportagem. "O presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná, Marcello Richa, afirma que as suposições do delator Eduardo Lopes de Souza são inverídicas e sem qualquer prova. Rechaça qualquer citação referente a recebimento de valores e ressalta que não conhece ou teve qualquer contato com o senhor Eduardo".

Juliano Borghetti
Juliano Borghetti disse que não teve relação com os desvios apurados na Quadro Negro, o que fica comprovado pelo depoimento de Eduardo Lopes de Souza. Ele falou que trabalhou na Valor por três meses, recebeu seus pagamentos na sede da empresa e os valores estão declarados no Imposto de Renda. Ricardo Barros rechaçou igualmente a acusação da troca de cargo e afirmou que não pediu qualquer vantagem. Reafirmou ainda que está à disposição para esclarecimentos.

Durval Amaral
O presidente do TC repudiou a inclusão de seu nome na delação. Segundo Durval Amaral, a citação pode ser uma represália pelo fato de ele ter, no dia 2 de julho de 2015, emitido liminar determinando a suspensão imediata de pagamentos e contratos da Valor, bem como ter encaminhado a denúncia à polícia, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União. Lembrou também que tramitam no TC sete processos contra a construtora e outras cinco empresas que atuavam da mesma forma fraudulenta. "Todos os pareceres nestes processos foram pela suspensão de contratos e pagamentos, devolução e responsabilização dos envolvidos".

Tiago Amaral
Tiago Amaral enviou nota dizendo que não recebeu 50 mil reais ou qualquer outra quantia, nem tampouco atendeu o delator em seu comitê. "Eu sequer o conheço, nunca recebi uma ligação, nem um whatsapp, nada. Então, não tem como isso ter acontecido. Este assunto está sendo repetido há dois anos, sem nenhuma novidade ou prova que demonstre isso, prazo mais que suficiente para apresentar pelo menos alguma prova. A única coisa que aconteceu nesse período é a minha condenação por parte da opinião pública. Eu tenho total interesse que isso seja resolvido da forma mais rápida possível".

Valdir Rossoni
Valdir Rossoni se manifestou por meio das redes sociais. "Chega de ser divulgada a palavra de um criminoso como sendo única e verdadeira. Na quinta-feira, dia 17, às 14 horas, a Justiça vai me ouvir. Espero que o Ministério Público autorize a imprensa, especialmente a Rede Globo, a transmitir ao vivo meu depoimento. A palavra de uma pessoa que descumpre a lei não pode prevalecer", postou. Plauto Miró também foi procurado, mas preferiu não comentar o caso. (M.F.R.)

Para o presidente da Assembleia Legislativa, que na época dos fatos respondia pela liderança do governo, trata-se de matéria "requentada, vencida e injusta". "Vou entrar com uma ação penal contra esse bandido e esse marginal, que hoje pelo jeito está protegido e vive com o dinheiro roubado do Estado", disse Traiano, à FOLHA. "Não há nenhuma investigação em relação ao menu nome até o presente momento. Não posso falar sobre o que não conheço. Já acionei advogado e vou processá-lo [Eduardo Lopes de Souza]", completou."As suposições de Eduardo Lopes, baseadas em conversas com terceiros, faltam com a verdade, sendo apenas palavras infundadas e sem provas. Minha vida pública é pautada na transparência e no rigor técnico. Não tive contato e não recebi nenhum recurso financeiro deste senhor. Sua fala se apresenta como uma frágil ilação, com o propósito único de confundir as autoridades e a opinião pública", disse por nota o irmão de Beto Richa, Pepe, que foi seu secretário de Infraestrutura e Logística.O filho do ex-governador Beto Richa também enviou nota à reportagem. "O presidente do Instituto Teotônio Vilela do Paraná, Marcello Richa, afirma que as suposições do delator Eduardo Lopes de Souza são inverídicas e sem qualquer prova. Rechaça qualquer citação referente a recebimento de valores e ressalta que não conhece ou teve qualquer contato com o senhor Eduardo".Juliano Borghetti disse que não teve relação com os desvios apurados na Quadro Negro, o que fica comprovado pelo depoimento de Eduardo Lopes de Souza. Ele falou que trabalhou na Valor por três meses, recebeu seus pagamentos na sede da empresa e os valores estão declarados no Imposto de Renda. Ricardo Barros rechaçou igualmente a acusação da troca de cargo e afirmou que não pediu qualquer vantagem. Reafirmou ainda que está à disposição para esclarecimentos.O presidente do TC repudiou a inclusão de seu nome na delação. Segundo Durval Amaral, a citação pode ser uma represália pelo fato de ele ter, no dia 2 de julho de 2015, emitido liminar determinando a suspensão imediata de pagamentos e contratos da Valor, bem como ter encaminhado a denúncia à polícia, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União. Lembrou também que tramitam no TC sete processos contra a construtora e outras cinco empresas que atuavam da mesma forma fraudulenta. "Todos os pareceres nestes processos foram pela suspensão de contratos e pagamentos, devolução e responsabilização dos envolvidos".Tiago Amaral enviou nota dizendo que não recebeu 50 mil reais ou qualquer outra quantia, nem tampouco atendeu o delator em seu comitê. "Eu sequer o conheço, nunca recebi uma ligação, nem um whatsapp, nada. Então, não tem como isso ter acontecido. Este assunto está sendo repetido há dois anos, sem nenhuma novidade ou prova que demonstre isso, prazo mais que suficiente para apresentar pelo menos alguma prova. A única coisa que aconteceu nesse período é a minha condenação por parte da opinião pública. Eu tenho total interesse que isso seja resolvido da forma mais rápida possível".Valdir Rossoni se manifestou por meio das redes sociais. "Chega de ser divulgada a palavra de um criminoso como sendo única e verdadeira. Na quinta-feira, dia 17, às 14 horas, a Justiça vai me ouvir. Espero que o Ministério Público autorize a imprensa, especialmente a Rede Globo, a transmitir ao vivo meu depoimento. A palavra de uma pessoa que descumpre a lei não pode prevalecer", postou. Plauto Miró também foi procurado, mas preferiu não comentar o caso. (M.F.R.)