Polícia Civil prende tio por estupro da sobrinha de 10 anos

Publicado em 02/12/2018 por A Gazeta - MT

A Polícia Judiciária Civil cumpriu mandado de prisão preventiva, neste sábado (1º), contra um suspeito de estuprar a sobrinha de 10 anos, cidade de Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá). A prisão foi efetuada por investigadores da Delegacia de Polícia, local onde o inquérito policial foi instaurado.

 

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O suspeito E.N.S, 31 anos, nascido em Alta Floresta, teria molestado a criança ao menos duas vezes, até que a mãe da vítima descobriu e denunciou o caso à Polícia Civil pelo fato ocorrido no dia 24 de novembro de 2018, na casa da avó da criança.

 

O delegado Carlos Francisco de Moraes disse que assim que houve a denúncia foram colhidos os primeiros elementos de informação acerca dos fatos e suas das circunstancias, inclusive representou pela produção antecipada de prova, conforme previsão do artigo 11, § 1o inciso II da Lei 13.341/2017, sendo prontamente adotadas pelos Poder Judiciário as providencias para realização do depoimento especial da criança

 

A audiência contou com a participação do investigado E.N.S, autoridade policial, defensor público, promotor de justiça, juiz da Vara Criminal, psicóloga e outros funcionários do Poder Judiciário.  

 

A vítima relatou que o tio (irmão de seu pai) começou a conversar com ela quando estava deitada na cama assistindo TV. Ele teria passado as mãos no corpo da criança e depois tirou as roupas no escuro e a obrigou passar as mãos em sua genitália e ainda passou o órgão genital na menina, entre outros atos libidinosos. Em outro momento, quando o tio levava a criança até a casa da avó, ele pediu a menor para colocar as mãos dentro de sua bermuda.

 

Com base no relato da vítima e demais elementos informativos colhidos na fase investigatória, também foi feita representação pela decretação de medida cautelar  restritiva da liberdade de locomoção do acusado. O Ministério Público deu parecer favorável pela decretação da prisão, sendo o mandado de prisão preventiva deferido pelo Poder Judiciário.

 

"O episódio demonstra que a atuação de forma integrada e cooperativa dos órgão de persecução penal do Estado tem resultados satisfatório na resposta a sociedade dos eventos que, em tese, se amoldam a condutas criminosas", disse.