Junta digital vai reduzir espera para abrir empresa

Publicado em 07/10/2017 por Diário Catarinense

 Se depender da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc), em breve o Estado alcançará as melhores médias mundiais de rapidez para abrir e fechar empresas. A instituição vai lançar na próxima quarta-feira a Junta Digital. A mudança principal é que em vez de esperar nas sedes da Junta no Estado (a matriz e 57 escritórios), o empresário poderá fazer tudo via internet com assinatura digital, explica o presidente da Jucesc, Julio Cesar Marcellino Junior. 

Segundo ele, a parte que cabe à Junta já é feita com rapidez no Estado. O cadastro de um Microempreendedor Individual (MEI), empresa individual ou até de uma microempresa que não envolve licenciamento ambiental é feito em cerca de duas horas. Com o processo digital, o tempo poderá ser duas vezes menor. A expectativa é de que a maioria dos procedimentos ficarão cerca de 50% mais rápidos. As etapas mais demoradas são as licenças de prefeituras e órgãos de meio ambiente. 

Uma das principais mudanças é que todos os sócios de empresas terão que ter certificado digital para assinar eletronicamente os documentos. Com ele, dá para assinar um documento mesmo estando em viagem do outro lado do mundo. A junta dará um prazo de um ano para que todos possam ter seu número de assinatura digital.

- Vamos poder melhorar a qualidade dos nossos serviços. Estamos nos preparando para mais atendimento por telefone e por mensagens eletrônicas - explica Marcellino. 

O evento de quarta terá as presenças do governador Raimundo Colombo e do secretário Carlos Chiodini. 

Floripa Sustentável
Vem aí um movimento que tem tudo para conquistar adesão ampla: o Floripa Sustentável. Vai reunir mais de 40 entidades empresariais, de trabalhadores, profissionais liberais e estudantes com o objetivo de desenvolver a cidade com sustentabilidade. O lançamento será segunda-feira, às 13h30min, no auditório da Fecomércio-SC. O objetivo é uma urbanização de qualidade, mas econômica, com preservação do meio ambiente e oportunidades para todas as classes sociais.  

Plataforma para o tênis

 Semana Guga Kuerten , lançamento da plataforma.
Foto: Caio Graça / Divulgação

Quando o Brasil vencerá de novo um Grand Slam e o tênis será um esporte mais difundido? O manezinho Guga Kuerten, que conseguiu essa proeza pela primeira vez há 20 anos em Roland Garros, não só se tornou um empresário bem sucedido no setor imobiliário, mas investe de forma consistente e estratégica para o país ter outros campeões como ele. Na abertura da Semana Guga Kuerten, ao lado da mãe Alice e do irmão Rafael, lançou a Plataforma Guga Tênis. 

- A ideia é abraçar o tênis. Unificar, reunir as iniciatias no esporte para que as pessoas possam se identificar dentro desta plataforma - explicou Guga.  

A plataforma reúne os projetos atuais e terá também os futuros. Inclui a própria Semana Guga Kuerten, a Copa Guga Kuerten em Cadeira de Rodas; Copa Guga Kuerten Infantojuvenil; Copa Guga Kuerten Beach Tennis e a nova Arena Guga Tênis. Também inclui a Escola Guga Tênis que engloba a Escolinha Guga, Escola Guga Tênis Juvenil, Escola Guga Tênis Adulto, Escola Guga Beach Tennis, Clínica Guga Tênis, Tennis Camp, Equipe Guga e o Time Guga (em formação). Serão lançados o portal gugatenis.com e a Loja Guga Tênis. 

Essa série de ações vai difundir mais o tênis para todos os públicos, mostra que é possível ter atleta de alta performance, atrai investimentos e aquece a economia por meio do turismo do esporte, como ocorre agora com o torneio em Florianpópolis. 

Judicialização
A intensa agenda em Brasília, esta semana, da presidente da Federação Catarinense dos Municípios (Fecam), Adeliana Dal Pont, prefeita de São José, incluiu conversa com outros prefeitos sobre a judicialização da saúde. Se o governo estadual reclama gastos de R$ 220 milhões com esse tipo de ação este ano, não há cálculos, no Estado, sobre quanto as prefeituras têm com essa despesa. Adeliana defende que todos pacientes deveriam ter acesso aos mesmos serviços do SUS.  

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