Candidatos devem ignorar Lava Jato em debates

Publicado em 10/08/2018 por Jornal Extra Alagoas

Edição nº 984 / 2018

As eleições de outubro podem abrir brechas para fatos inéditos na política de Alagoas. Caso o senador Renan Calheiros e o governador Renan Filho, ambos do MDB, sejam reeleitos, os dois poderão se encontrar no Senado em 2023. Filho administraria Alagoas e, no último ano de governo, se candidataria e se elegeria senador ocupando vaga de Fernando Collor (PTC). Renan Calheiros já estaria lá com mais quatro anos de mandato pela frente. Pai e filho fariam parte da bancada alagoana composta por três integrantes no Senado Federal. Essa possibilidade foi levantada pelo professor e analista político Marcelo Bastos. 

Mas, nesse caso, quem estaria ao lado dos Calheiros em Brasília: Benedito de Lira (PP), Maurício Quintella (PR) ou Rodrigo Cunha (PSDB)? Para Bastos, a disputa ao Senado, em Alagoas está bem equilibrada e cada candidato tem seus pontos fortes e fracos. Lira, por exemplo, não representaria “o novo” tão procurado por diversos eleitores, mas tem experiência e influência. Quintella seria o mais fraco dos três, mas o fato de estar ao lado dos Calheiros pode render uma boa votação por tabela. Já Cunha, conhecido pela sua postura séria e contra a corrupção, pode perder votos já que faz parte do chapão do senador e ex-presidente impeachmado Fernando Collor.

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