Frases e personagens

Publicado em 19/06/2017 por Jornal do Comércio - RS

"Apoio a Michel Temer (PMDB) é escolha entre ruim e péssimo, a velha política para evitar nova crise." João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo.
"Eu me considero um gestor, um administrador. Eu não sou um político. Eu estou na política, não sou da política. Isso não significa que eu desrespeite os políticos. Até sou filho de um. Meu pai foi deputado federal e foi cassado pelo golpe militar e exilado em 1964." Também João Doria.
"A decisão do PSDB de continuar até o final das reformas apoiando o governo e suas medidas, acompanhando a cada semana o desenrolar dos fatos, não tem nada a ver com 2018. Se fosse para pensar em eleição, era sair, porque a popularidade está muito ruim." Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo.
"Não foi pensando em 2018 que o PSDB tomou a posição de continuar. Fez isso, porque entendeu que, neste momento, sair do governo prejudicaria ainda mais o Brasil, que está começando a se recuperar, com indicadores positivos do PIB e do emprego, e com a reforma trabalhista aprovada pela Câmara dos Deputados. Então, neste momento, seria muito prejudicial ao Brasil, e nós temos de proteger o Brasil." Também Geraldo Alckmin.
"Apesar da Lei Complementar nº 771, de 21 de setembro de 2015, vigorar na Capital, a mesma oferece sanções de valores baixos, o que encoraja os pichadores a continuarem agindo. Atualmente, a multa cobrada para a reparação do dano fica entre 150 e 750 Unidades Financeiras Municipais (UFMs), correspondendo ao valor entre R$ 585,78 e R$ 2.928,90. Temos que combater a sujeira que alguns fazem por toda a cidade." Mônica Leal (PP), vereadora de Porto Alegre.
"Tornam-se irrisórios em comparação aos prejuízos causados à paisagem urbana. Nossa proposta é elevar para até 2.600 UFMs, correspondendo a R$ 10.153,32, o valor das multas para os atos de pichação. Pretendemos conter drasticamente essa prática maldosa, que só traz prejuízo ao patrimônio histórico e cultural de nossa cidade." Também Mônica Leal.