Parquímetros por energia solar

Publicado em 19/06/2017 por Jornal do Comércio - RS

Mais dois municípios gaúchos adotaram a tecnologia do estacionamento rotativo movido à energia solar, o Parquímetro Street, produzido pela Digcon de Gravataí. E outros sete ampliaram o número de equipamentos disponíveis aos motoristas nas áreas azuis. Com isso, seus usuários são beneficiados pela solução, presente já em mais de 90 cidades brasileiras. Os novos são Gravataí, que instalou 12 no Centro; e Garibaldi, 20. Sua expansão se deve a vários fatores, entre eles, a funcionalidade para pagar por moedas e cartões pré-pagos, além da crescente opção por aplicativos de celular, segundo o diretor Hélgio Trindade Filho. Mas a grande novidade é a aceitação de cartões de débito ou crédito, mais a gestão totalmente via web, informando relatórios de movimentações financeiras, eventos e resumo diário.
A meta para 2018
A Digicon projeta ampliar sua presença neste mercado, comercializando mais de 1,6 mil máquinas até o final de 2018 e aumentando em mais de 40% o número de parquímetros instalados, hoje já em cinco estados.
Galló para o debate
Presidente da Lojas Renner, José Galló, é um dos debatedores do painel que acontecerá no lançamento, às 18h30 de hoje, na Livraria Cultura do Bourbon Country, do livro "A Caixa-Preta da Governança", de Sandra Guerra. O sócio da PwC Brasil Adriano Machado recepcionará os convidados.
Comitê do Equador
Itaú Unibanco acaba de ser eleito representante da América Latina no Comitê Diretivo dos Princípios do Equador. Aprovado por quase 90% dos votantes distribuídos pelos cinco continentes, o banco brasileiro reforça, assim, sua liderança internacional nas discussões de risco socioambiental.
Raiar com foco social
A Raiar, da Pucrs, e a DBServer, instalada no Tecnopuc, lançaram um programa voltado ao empreendedorismo de impacto social, que se iniciou na semana passada. São ideias inovadoras na área de TI com temas como mobilidade, cultura, mercado de trabalho, alimentação, saúde, acessibilidade e solidariedade.
Minimizar perdas da violência
Foi pensando em minimizar perdas decorrentes do crime e da violência nas empresas que três sócios - Jorge Heger, Guilherme Abreu e Luiz Sotto - se uniram para investir em novo negócio: a ZeroRisco, consultoria que realiza projetos de inteligência em segurança, análise de riscos e prevenção de perdas. As empresas brasileiras gastam em média 1,7% do faturamento em segurança, mas perdem 2,5% em vandalismo e roubo. São crimes contra o patrimônio, funcionários e clientes, furto de produtos ou matéria-prima, espionagem industrial e sabotagem. "E a melhor solução é a prevenção através de uma detalhada análise de risco, pela qual elas podem reduzir simultaneamente custos e perdas", explica Luiz Sotto.